Perguntas Frequentes

  • Sim. Coçar os olhos é muito prejudicial. Quando a criança repete muito esse ato pode desencadear algumas doenças oculares, levando à diminuição da visão. A criança que coça os olhos deve ser encaminhada ao oftalmologista para avaliação.

  • Pode sim. Se a criança precisar de óculos em atividades esportivas, como corridas e futebol, deve usar as lentes dos óculos acrílicas e prender a armação na orelha. Germes, produtos químicos ou poluentes podem causar problemas nos olhos de quem faz natação ou esportes na água regularmente. Assim, o uso de óculos apropriados é indicado.

  • Ler com o livro bem perto dos olhos não prejudica a visão. Apenas pode ser desconfortável. E se a postura da cabeça não for boa, pode forçar a coluna. Mas, se a criança chegar com o livro bem perto do rosto, talvez esteja fazendo isto porque não está vendo bem e necessita de óculos.

  • Uma criança cega ou com baixa visão deve freqüentar salas regulares de ensino. Porque, afinal, ela raciocina como qualquer outra criança, só enxerga de um modo diferente. Além disso, a convivência é o melhor estímulo para o desenvolvimento infantil. Talvez ela necessite do auxílio de lentes especiais, como lupas, barras de leituras ou telescópios – que aumentam letras e imagens – e de outros recursos como, por exemplo, cópias ampliadas de páginas de livros, canetas com traçado mais forte, iluminação especial, sentar-se mais próximo da lousa e etc.

  • Não há idade fixa para ir ao oftalmologista. O recomendável é examinar a criança com 4 e 6 anos ou a qualquer momento, se for detectada alguma anomalia nos seus olhos. Também quando os pais tiverem problemas oculares como estrabismo, grau alto de óculos ou visão baixa, deve fazer exame, já nos primeiros anos de vida.

  • Durante 15 dias você deverá tomar alguns cuidados como: Não coçar os olhos; Lavar as mãos freqüentemente com água e sabão; Lavar inclusive debaixo das unhas, utilizando uma escovinha. Molhar as mãos com álcool para desinfetar; A toalha e a fronha devem ser trocadas todos os dias; A toalha de mão usada pela pessoa com conjuntivite não pode ser usada por outras pessoas; Não interrompa por conta própria o uso do medicamento prescrito, mesmo apresentando melhora nos primeiros dias; Não cumprimente ninguém com as mãos ou dê beijos; Para limpar os olhos utilize água filtrada, fervida e morna; Evite ir à praia, ficar exposto ao sol, ficar na piscina, dar mergulho no mar e até mesmo banhos de banheira; Reforce a alimentação com sucos ricos em vitamina C, como por exemplo: laranja, limão, acerola etc.

  • Deve-se estar atento para: A presença de olhos vermelhos; Secreção (pus); Pupila (menina dos olhos) branca; Lacrimejamento constante; Olhos grandes que fogem da luz; Olhos estrábicos (vesgos, tortos); Olhos esbranquiçados. Em todos esses casos, levar o recém-nascido com URGÊNCIA ao oftalmologista!

  • Não. Esses medicamentos contêm substâncias que são necessárias para combater infecções e inflamações. O uso sem controle de colírios pode até mesmo causar cegueira. Não se deve usar colírios sem consultar um oftalmologista.

  • O uso dos óculos não vicia. Os olhos normalmente não se tornam dependentes dos óculos. Se a visão é significativamente melhorada pelo uso dos óculos, o paciente estará naturalmente inclinado a usá-los regularmente. No caso de crianças, quando ela enxerga pouco para longe ou tem desconforto ao forçar os olhos para ver de perto, e coloca os óculos, passa a ver bem e a estudar sem desconforto ou dor de cabeça. Quem enxerga pouco o que está longe pode ter miopia. Quem tem desconforto ao forçar os olhos para ver de perto provavelmente tem hipermetropia. O astigmatismo é a dificuldade para ver de perto e de longe. Crianças míopes, muitas vezes, continuam necessitando de óculos durante alguns anos após a constatação da dificuldade para enxergar, com uma atualização freqüente de suas lentes, mas isto ocorre mais por uma característica da miopia, apresentada gradualmente durante os anos de crescimento, do que a qualquer defeito físico decorrente do uso de óculos. Adultos com mais de 40 anos necessitam de óculos para leitura, reforçados em grau periodicamente. Isto resulta da progressão natural da presbiopia, perda da capacidade do olho de focar objetos, e não do fato de ter usado óculos. Abster-se do uso de lentes prescritas não salva os olhos ou previne necessidade futura de óculos.

  • Não. A presença de qualquer condição visual crônica não requer nenhuma limitação ao uso dos olhos com exceção para casos específicos recomendados pelo oftalmologista. Obviamente, imediatamente após injúrias ou cirurgias oculares, há algumas limitações impostas, mas a maioria das condições visuais crônicas não será agravada pelo uso dos olhos.

  • Caso os olhos fiquem vermelhos após estas atividades, faça compressas com um pano limpo ou algodão – embebido em água fria – sobre os olhos fechados. Não use água gelada! Usar boné ou óculos escuros também ajuda a proteger os olhos do sol.

  • Tal como acontece com a TV, nenhum dano real decorrerá tanto da proximidade à tela quanto de alguma radiação mais distante, mas os olhos poderão ficar cansados ou desconfortáveis. É claro que é necessário ter uma prescrição adequada de óculos, no caso de esses serem indicados, e algumas vezes um revestimento especial de uma coloração sobre as lentes ajuda a aliviar o esforço visual. Muitos computadores já vêm atualmente equipados com telas para redução da luminosidade. Ademais, é recomendável fazer periodicamente pequenos intervalos, para permitir um relaxamento dos músculos focalizadores dos olhos.

  • A criança tem uma capacidade, chamada acomodação, pela qual ela pode mudar o formato interno da lente denominada cristalino e corrigir hipermetropia ou aumentar miopia, dificultando a medida do grau. Para saber o grau exato dos óculos, é necessário anular a acomodação (dilatar a pupila). Normalmente, a criança permanece com a pupila dilatada por 12 a 24 horas.

  • Se você notar que a criança: Reclama de dor de cabeça e/ou lacrimejamento durante ou após esforço visual (na escola, TV, leitura); Aperta ou arregala os olhos para ver melhor; Aproxima-se da TV ou do livro para ler; Evita brincadeiras ao ar livre; Apresenta desinteresse na leitura; Apresenta mudanças de comportamento, olhos vermelhos após leitura e caspa nos cílios.

  • Ler com pouca luz pode cansar ou dificultar a leitura, mas não compromete a visão. Consegue-se uma leitura mais confortável com a luz branca, suave e constante (firme) de uma lâmpada incandescente. Esta lâmpada poderá, de preferência, estar localizada atrás dos ombros, para evitar o clarão direto ou refletido. A vantagem recomendada varia de acordo com a distância da luz e do ambiente a ser iluminado.


Fonte: portaldaretina.com.br